Reeleito em 25 de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começou a discutir a composição da equipe para o novo mandato, que começa com a posse em 5 de janeiro de 2027. O Palácio do Planalto não anunciou nomes nem prazos, mas a imprensa já relata as primeiras conversas, inclusive com o senador e ex-governador do Ceará Camilo Santana (PT).
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Como se trata de reeleição, não há equipe de transição formal, e os atuais ministros não deixam os cargos automaticamente. No dia seguinte à vitória, Lula se reuniu no Palácio da Alvorada com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), segundo a CNN Brasil.
Nomes cotados
Segundo a CNN Brasil e a revista IstoÉ, o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), é apontado como favorito para o Ministério da Fazenda, hoje comandado por Dario Durigan. Não há convite confirmado.
Para a Casa Civil, hoje com Miriam Belchior, o nome mais citado é o de Camilo Santana, que coordenou a campanha de Lula no segundo turno, de acordo com CNN Brasil, IstoÉ e O POVO. O jornal cearense também relata a possibilidade de Camilo comandar um eventual Ministério da Segurança Pública, cuja criação depende da aprovação da PEC da Segurança no Senado.
Espaço para o Centrão
O desenho da Esplanada também passa pela relação com os partidos de centro. Segundo a IstoÉ, PP, União Brasil e Republicanos, que apoiaram Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, sinalizam interesse em reabrir negociações com o governo. De acordo com a revista, Lula ainda não decidiu como tratará essas legendas.
A publicação também cita ex-ministros derrotados nas urnas, como Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva, como nomes que podem voltar à Esplanada.
Em vídeo publicado nas redes no domingo (1º), Lula não falou sobre ministérios, mas garantiu a manutenção dos programas sociais.
“O que pode acontecer é a gente criar novos programas sociais ou melhorar aqueles que já estão [funcionando].”
Esta reportagem reúne informações de bastidores publicadas por outros veículos, com a devida atribuição. Nenhum dos nomes citados foi confirmado oficialmente pelo Planalto.









